Ó E nó queremos- te perguntar uma coisa mas é muito sério o que te vamos perguntar,
por isso tens que te lembrar de que é muito feio mas pior que isso é um grande pecado
mentir:por isso cuidado com aquilo que respondes:
O Pai vai-te perguntar: De que maneira é que tu gostas da Dona. Joaninha, é como amiga,
como Mãe, como Patroa ou como namorada?
!Pensa bem o que vais responder. - Eu não sei bem.
Sabes muito bem que eu sei que tu que sabes. - E o Pai não me bate se eu
falar a verdade?- Não eu bato-te é se tu falares a mentira.
O Pai eu não tenho culpa de ser assim, e eu sei que não pode ser, mas eu gosto dela é como namorada.
Pronto filho portaste-te com um homem, falaste a verdade, agora o Pai e a mãe já sabemos o que se passa
Amanhã eu e tu vamos voltar a falar mas só nós os dois, o Pai vai-te ensinar umas coisas sobre namoradas.
ESTE BLOG TEM COMO DIVISA: FALAR APENAS A VERDADE PURA E DURA, COM MUITA TRISTEZA E DOR,E TAMBÉM COM ALGUMA SAUDADE.
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sábado, 25 de agosto de 2007
A CONFISSÃO
Ó E nó queremos- te perguntar uma coisa mas é muito sério o que te vamos perguntar,
por isso tens que te lembrar de que é muito feio mas pior que isso é um grande pecado
mentir:por isso cuidado com aquilo que respondes:
O Pai vai-te perguntar: De que maneira é que tu gostas da Dona. Joaninha, é como amiga,
como Mãe, como Patroa ou como namorada?
!Pensa bem o que vais responder. - Eu não sei bem.
Sabes muito bem que eu sei que tu que sabes. - E o Pai não me bate se eu
falar a verdade?- Não eu bato-te é se tu falares a mentira.
O Pai eu não tenho culpa de ser assim, e eu sei que não pode ser, mas eu gosto dela é como namorada.
Pronto filho portaste-te com um homem, falaste a verdade, agora o Pai e a mãe já sabemos o que se passa
Amanhã eu e tu vamos voltar a falar mas só nós os dois, o Pai vai-te ensinar umas coisas sobre namoradas.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Entre pai e mãe
Olha lá ó H. tu alguma vês ouviste alguma conversa ao E. sobre a Da. Joaninha: Não, porquê-
porque ele veio-me com uma conversa que me deixou a pensar.
Então mas essa conversa foi sobre quê ou sobre quem,
É assim começou por me falar da patroa que tinha saudades dela e não sei mais quê,- E que é que isso significa?. -Significa que eu já me apercebi que o patrão tem ciúmes dele, primeiro eu pensei que fosse paranóia do patrão, agora depois desta conversa já não tenho tanto a certeza.
!Olha para mim e diz me que é mentira: tu estás mesmo a bater bem?- Eu sei que não é fácil de acreditar, Mas logo ao jantar eu vou arranjar uma maneira de puxar a conversa , e tu fica atento ás reacções dele, depois voltamos a conversar só os dois. Está bem mas olha que essa deixa-me a pensar.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
AS SAÚDADES
NÃO É NADA MÃE - NÃO ALGUMA COISA SE PASSA, HOJE QUE A MÃE VAI COSER
PÃO ERA PARA ANDARES MAIS CONTENTE,- SABE O QUE É MÃE, HOJE TENHO-ME
LEMBRADO MUITO DA DONA JOANINHA, A D. JOANINHA?, O QUE É QUE TEM
A D. JOANINHA EU NÃO SEI MAS EU QUERIA VÊ-LA, - OLHA LÁ O QUE EU ESTOU
A PENSAR É VERDADE? O QUE É QUE A MÃE ESTÁ A PENSAR? OLHA ESTOU A PENSAR
QUE SE CALHAR O SR. JOSÉ TEM ALGUMA RAZÃO QUANDO SENTE CIÚMES DE TI.
- SE ELE FOSSE BOM PARA MIM COMO A D. JOANINHA EU TAMBÉM GOSTAVA DELE
-E GOSTAVAS DELE DA MESMA MANEIRA QUE GOSTAS DA D. JOANINHA? NÃO ISSO
NÃO. Á MEU FILHO QUE TU ESTÁS A DAR-ME QUE PENSAR.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Pai e filho conversam
O filho tu havias-de ir alem á charneca buscar um molhinho de lenha para aquecermos o forno porque o teu padrinho veio cá trazer um pouquinho de farinha para fazer-mos pão. !vamos ter pão? eu vou já lá. podes ir mas olha que a mãe já não cose hoje o pão porque já é tarde mas vou cozer amanhã de manhã. eu vou já mãe.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
CONT.
Pronto Joaninha já está tudo resolvido com o garoto: mas agora só passando o Natal é que ele vem, quer lá passar o natal com os pais.Mas tu ficas já avisada, quando ele vier tu só falas com ele o estritamente necessário, porque eu tenho a minha razão ele é abusador
Ó homem tu não andas bem é impossível não perdes essa mania, não é mania é realidade, e tu sabes bem que é.
- ó José : pensa bem, eu passo aqui os dias sozinha, tu nunca quiseste filhos, é muito natural que eu goste de falar com o miúdo porque é uma criança mas daí até eu me meter debaixo do garoto, José tem dó de mim. eu sinto muito a tua falta e tu sabes que isso é normal. Mas agora com o miúdo. pronto já estamos entendidos e não se fala mais no assunto.
domingo, 19 de agosto de 2007
CONT.
Olá sra.- Maria, então como é que estão pôr aqui? - Não estamos muito bem, então os
mandam o meu filho embora de casa assim sem mais nem menos, vocês não vêem que se trata de uma criança e não de um adulto? acham que isso é trabalho de gente responsável?.
- Eu se me dissessem que os senhores. eram capazes de fazer isso não acreditava.
A sra. tem razão mas isto foi tudo um mal entendido e uma precipitação,
da nossa parte. Isso sei eu não é preciso que me diga, olhe o meu homem é que cá havia-de estar para falar com o sr. Até porque ele estava para ir amanhã á sua casa falar com o sr. e com a sra. dona Joana. Não é preciso. Não é que ele sabe dizer que não quer voltar para a sua casa porque o sr. que é mau para ele, alguma coisa se passa.
Eu vou-lhe prometer que isto não vai acontecer mais. Mas ele diz que agora só se for depois do Natal antes ele diz que não vai. Então está bem eu a seguir ao Natal venho cá busca-lo, está bem assim?Está mas lembre-se que os filhos dos pobres também são gente como vocês. Tá bem adeus até outro dia.
sábado, 18 de agosto de 2007
O SUSTO
Olha lá José onde está o garoto que há tanto tempo que não aparece? e eu não sei
mas tens que saber, porque o miúdo está á nossa responsabilidade.
Eu também já estou em cuidado e daqui a pouco é noite. - E se ele não aparecer
Até á noite o que fazemos?- se ele não aparecer até á noite espera-se para amanhã, se ele de manhã não aparecer vou a casa dos pais dele.- Então e que desculpa lhe vais arranjar? Olha que o miúdo já sabe bem o que diz e o que faz.
depois se vê.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
O CONTRATO
-Ò filho mas nós não temos que comer,- mas o pai tem muito dinheiro guardado que eu já vi.-
-Mas o nosso problema não é o dinheiro, filho o nosso problema é não haver nada para nós
comprarmos com o dinheiro, e na horta também já não há nada para comer.
A mãe vai falar com o pai e desta vês vai lá o pai falar com o sr. José, está bem assim?
-Tá bem mas só a seguir ao Natal. - está bem eu vou falar com o pai.- Ó Mãe, a nossa cabra onde está?
- Olha filho tivemos que a trocar por milho para fazer pão, que os teus irmãos já não provavam pão á mais de
um mês, então e já não há desse pão?- Não filho já se acabou.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
A TRAGÉDIA
Quem nada tem, nada come,
E ao pé de quem tem comer,
se alguém disser que tem fome,
comete um crime sem querer.
O filho então o que foi que aconteceu, nada -como nada se tu estás aqui quando devias estar na casa do teu patrão?
- Ele pôs-me na rua,- E por que te pôs ele na rua? - porque eu gosto da d. Joaninha. Ai valha-me Deus, que tragédia,
então e ele disse que não te queria lá mais?- Não ele não disse isso, só disse, some daqui para fora, e eu fugi, enquanto ele ficou a ralhar com a d. Joaninha.- (Estamos em Novembro de 1943 em plena guerra) Olha filho logo quando o teu pai chegar nós vamos falar e depois eu ou o teu pai vamos lá falar com os teus patrões para tu voltares para lá.
- Eu não quero voltar para lá.
de novo em casa
Então filho o que é que te aconteceu, o que tu fizeste?
Nada mãe o sr. José é que me mandou embora mas sem rasão.
Estás á espera que eu acredite que o sr. José estava muito
bem e de repente lembrou-se e disse esta-me a apetecer
mandar o miúdo embora, e chegou a ti e disse : vai-te embora some
daqui para fora. Ele tem ciumes de mim mãe,
Eu não acredito no que eu oiço. Mas é verdade mãe.
O teu pai quando souber vai ficar contente vai.
O mãe mas eu juro que não tive culpa.
Nós mais logo falamos.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
O REGRESSO
Pronto :eu levo-te para casa mas a tua mãe vai ficar triste com isto.
mas eu não fiz mal nenhum tio.
Pronto não se fala mais nisso. (A chegada a casa) Ai Jesus o que é que aconteceu filho. Não acontece nada, eu vinha do mercado e vejo o rapas a correr e gritei-lhe, o que tinha acontecido, e ele disse-me só que não tinha acontecido nada. ó compadre obrigado por mo ter trazido. Pronto adeus. Adeus.
- Olha aqui Joaninha ou tu mudas de comportamento, ou nós vamos ter problemas por causa do rapas.Eu proíbo te de te abeirares dele.
E tu achas que isso é justo, é só uma criança. É uma criança que me está a dar muito que pensar.
Não sejas tonto e onde é que ele está? Descansa que ele não foge.
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sábado, 11 de agosto de 2007
A DESILUSÃO
E o rapas muito assustado corre sem saber muito bem para onde.
com os olhos muito abertos enquanto corre, pensa:
Eu gosto muito da sra. Joana, mas eu vou fugir e só volto quando
o sr. José morrer.
E se a sra. Joana morre primeiro?
Ó... quem vem ali o meu tio Francisco.
Ó rapas para onde vais tu assim a corre dessa maneira, parece que vais a fugir de alguém.
Foi o meu patrão que me pôs na rua. E o que fizeste tu para ele te por na rua?
nada ele é que não gosta de mim, eu vou levar-te lá e vou falar com o teu patrão
não tio leve-me pá minha casa, pá minha mãe.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
A confissão
Eu não te imaginava tão precoce, realmente uma mulher que não cria um ou mais filhos, não sabe nada da vida, tu surpreendes-me todos os dias.
Olha vem lá o sr. José.
então rapas não queres outra vida , quem te quer ver é debaixo
da saia da patroa.
então a mãe dele já foi embora?
Já coitada da sra.
Vê-se que há-de ser
boa sra. É para ti qualquer pessoa que chore é logo boa pessoa.
- Olha eu se convivesse com ela mais tempo,
aprendia muito junto dela,ela pode ser pobre mas não é tola.
Á pois não o tolo sou eu que te dou ouvidos .
Uma pessoa mata-se a trabalhar , e estas mostrengas ,
que não fazem nada. E tu ó fedelho o que estás ainda aqui a fazer,
a conversa não é contigo, some já daqui para fora.
Não Esperava
A sra. não tem filhos? - Não, ou para bem ou para mal dos meus pecados.
- Eu gostava muito : ou de ser seu patrão ou como sou pequeno ser seu filho, mas gostava mais de ser seu patrão. olha tu és tonto, é o que tu és.- A sra. Já não gosta de mim como gostava?- Eu gosto, mas sabes´há coisas que agora são verdades e logo já não são.
Olha o sr. José vem aí.
Então menino é só a sra. e o resto já não se pensa em trabalhar nesta casa?
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
A CONFISSÃO
Olha lá ó meu malandro, eu defendo-te sempre e tu já tens catarro?
O que é que isso quer dizer catarro?- quer dizer que o meu marido se calhar ás vezes tem rasão,- mas a sra. diz que sempre que ele não tem rasão nenhuma. - pois digo mas possivelmente, nem sempre estou certa.
Para mim a sra. está sempre certa.
Já agora diz lá, para que querias tu um objecto como eu
quando fores grande?- Para os meus amigos verem que eu tinha a
mulher mais bonita do mundo.
Olha eu e o meu marido nunca fomos capazes de dar um filho um ao outro,
mas de facto as crianças são a coisa mais linda e bela que há no mundo.
Ò dona Joaninha e eu também sou lindo e belo? - és meu querido,
Mas nunca ninguém me tinha dito isso, mas és podes crer.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
OLHANDO PARA TRÁS
OLHA MEU MENINO.
PROCURA EVITAR QUE UM DIA OLHES PARA TRAZ, E QUE NÃO VEJAS NADA DE ÚTIL, EM TUDO O QUE FIZESTE.
-A EU NUNCA OLHO PARA TRAZ, A MINHA MÃE ENSINOU-ME QUE NUNCA SE OLHA PARA TRAZ,-MAS NÃO É DESSE OLHAR PARA TRAZ QUE EU ESTOU A FALAR, EU ESTOU A FALAR DE QUANDO EU ERA MENINA ATÉ AGORA O QUE É QUE EU FIZ ,E O QUE É QUE EU TENHO E O QUE É QUE EU SOU: NUNCA FIZ NADA, NÃO TENHO NADA, E SOU APENAS UM OBJECTO DE USO PESSOAL DO MEU MARIDO. AS PALAVRAS QUE A TUA MÃE ME DISSE SOBRE SER , OU NÃO ESCRAVA PUSERAM-ME A PENSAR.- POSSO DIZER UMA COISA Á SRA.? PODES:- EU GOSTO MUITO DA SRA. MAS AINDA SOU PEQUENO, QUANDO EU FOR GRANDE TAMBÉM QUERO TER UM OBJECTO DE USO PESSOAL ASSIM COMO A SRA..-
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
O REENCONTRO
C
CHEGA O SER. J. MARTINS - ESTA SRA. NÃO É A MÃE DO GAROTO? É A D. MARIA A MÃE DO E.G. -SIM SRA. ENTÃO VEIO FAZER UMA VISITA AO FILHO.- SIM NÓS SOMOS POBREZINHOS MAS TEMOS MUITO AMOR AOS NOSSOS FILHOS. - EU SEI ESTAVA SÓ A BRINCAR. MAS OLHE QUE ESTE MALANDRO ESTA-ME A SAIR TEMPORÃO DE MAIS. A SRA. SABE QUE ELE JÁ GOSTA MAIS DA PATROA DO QUE DO PATRÃO.- Ó SR. J. EU NÃO SOU DE CERIMÓNIAS SE CALHAR A SRA. TRATA-O MELHOR DO QUE O SR. NÃO É POR ISSO É PIOR QUE A PATROA VESTE SAIA E EU VISTO CALÇAS. - O SR. DESCULPE MAS NÃO DEVE ESTAR BOM DA CABEÇA, JÁ VIU QUE ESTAMOS A FALAR DE UM MIÚDO DE SETE ANOS?- É É M,AS JÁ SABE O QUE É BOM. ISTO SÃO PALERMICES MINHAS NÃO LIGUE, ENTÃO E O SEU MARIDO ESTÁ BOM? COITADO FARTO DE TRABALHAR, É UM MOURO DE TRABALHO, ELE TAMBÉM GOSTAVA DE VER O FILHO MAS ALGUÉM TEM QUE TRABALHAR E OLHAR PELOS ANIMAIS, FICOU LÁ. - E EU VOU-ME EMBORA AMANHÃ.
CHEGA O SER. J. MARTINS - ESTA SRA. NÃO É A MÃE DO GAROTO? É A D. MARIA A MÃE DO E.G. -SIM SRA. ENTÃO VEIO FAZER UMA VISITA AO FILHO.- SIM NÓS SOMOS POBREZINHOS MAS TEMOS MUITO AMOR AOS NOSSOS FILHOS. - EU SEI ESTAVA SÓ A BRINCAR. MAS OLHE QUE ESTE MALANDRO ESTA-ME A SAIR TEMPORÃO DE MAIS. A SRA. SABE QUE ELE JÁ GOSTA MAIS DA PATROA DO QUE DO PATRÃO.- Ó SR. J. EU NÃO SOU DE CERIMÓNIAS SE CALHAR A SRA. TRATA-O MELHOR DO QUE O SR. NÃO É POR ISSO É PIOR QUE A PATROA VESTE SAIA E EU VISTO CALÇAS. - O SR. DESCULPE MAS NÃO DEVE ESTAR BOM DA CABEÇA, JÁ VIU QUE ESTAMOS A FALAR DE UM MIÚDO DE SETE ANOS?- É É M,AS JÁ SABE O QUE É BOM. ISTO SÃO PALERMICES MINHAS NÃO LIGUE, ENTÃO E O SEU MARIDO ESTÁ BOM? COITADO FARTO DE TRABALHAR, É UM MOURO DE TRABALHO, ELE TAMBÉM GOSTAVA DE VER O FILHO MAS ALGUÉM TEM QUE TRABALHAR E OLHAR PELOS ANIMAIS, FICOU LÁ. - E EU VOU-ME EMBORA AMANHÃ.
domingo, 5 de agosto de 2007
CONVERSA
A SRA. ESTA-ME A DIZER QUE O SEU MARIDO TEM CIUMES DO MEU FILHO?- NEM MAIS NEM MENOS, É O QUE ACABOU DE OUVIR. AI ´VALHA-ME DEUS. EU NÃO POSSO ESTAR A OUVIR BEM, - ESTÁ SIM - SABE O SEU MARIDO DEVE TER UM GRANDE GOSTO NA SRA. COM ESSE CABELO DESSE TAMANHÃO QUANTOS METROS TEM O SEU CABELO?- O MEU MARIDO DIZ QUE TEM 3,50METROS, ESTE CABELO TEM 17 ANOS DE IDADE.
E COMO É QUE A SRA. TRABALHA?- EU NÃO TRABALHO EU VIVO SÓ PARA O MEU MARIDO E PARA O MEU CABELO. - OLHE MINHA SRA. POBREZINHA SOU EU MAS ESCRAVA COMO A SRA. ISSO EU NUNCA FUI E NEM VOU SER. E TU MEU FILHO COMO É QUE VAIS - BEM - E ESTÁS CONTENTE DE CÁ ESTARES? - EU GOSTO MUITO DA SRA. D. JOANINHA MAS DO SR. ´SÉ NEM POR ISSO TENS QUE TER CALMA FILHO TU AQUI AO MENOS NÃO PASSAS FOME.
A CONVERSA
Boa tarde, olá a sra. por aqui? é verdade, vim fazer uma visita ao filho que já tinha saudades dele.
Fez a sra. muito bem e o seu homem também está bom?la vai andando
como Deus quer. Então e o meu filho porta-se bem?assim assim,
ás vezes podia portar-se melhor.
Eu vou ter uma conversa com ele. Não é nada o meu homem é que anda a meter macaquinhos
na cabeça. macaquinhos como? Agora deu-lhe para ter ciumes do miúdo.
Ó sr. José eu não acredito no que eu estou a ouvir. Mas eu acredito naquilo que eu já vi.
Ó sr. José eu preciso muito mas problemas eu não quero. Não está tudo bem
Não se preocupe.
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